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Entre janeiro e junho foi o aeroporto de Faro aquele que teve o maior decréscimo, em termos relativos, no número total de passageiros, registando uma queda de 79,9%, segundo o Instituto Nacional de Estatística.

O movimento de passageiros nos aeroportos nacionais em junho foi “inexpressivo”, registando-se 318,2 mil pessoas, menos 94,6% do que em igual período do ano passado, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta segunda-feira.

 

Nos primeiros seis meses do ano, os dois principais países de origem dos passageiros movimentados nos aeroportos portugueses foram França e Reino Unido. No entanto, a queda dos turistas britânicos foi evidente: o número de passageiros caiu 72,2% nos desembarcados e -69,8% nos embarcados.

 

Entre janeiro e junho foi o aeroporto de Faro aquele que teve o maior decréscimo, em termos relativos, no número total de passageiros, registando um tombo de 79,9%, segundo as estatísticas rápidas do transporte aéreo nacional.

 

“Analisando o número de aeronaves aterradas e o número de passageiros desembarcados diariamente entre janeiro e junho de 2020, e comparando com o período homólogo, é visível o impacto da pandemia Covid-19 e das medidas adotadas ao nível do espaço aéreo a partir do início da segunda quinzena do mês de março, e a lenta recuperação, registando-se, durante o mês de junho, reduções superiores a 80% no número de aeronaves aterradas e iguais ou superiores a 90% no número de passageiros desembarcados”, refere o relatório do INE.

 

Só em junho contabilizou-se um movimento de carga e correio de 7,5 mil toneladas, o que significa a uma diminuição de 54,1%, e a aterragem de 3 mil aeronaves em voos comerciais nos aeroportos nacionais, menos 86% em termos homólogos.

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