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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O Encontro de Negócios Luso-Luxemburguês, que decorreu no dia 18 de agosto em Mortágua, privilegiou o debate sob o tema Internacionalização: Desafios e Oportunidades.

Mortágua acolheu o I Encontro de Negócios Luso-Luxemburguês, com o objetivo de promover o contacto entre empresários portugueses e outros oriundos do Luxemburgo.

 

A sessão contou com a participação de responsáveis de três municípios do interior (Mortágua, Penacova e Mealhada), assim como o Gabinete de Apoio ao Investidor da Diáspora (GAID) e entidades como a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) e Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI), entre outros.

Francis da Silva, da Câmara de Comércio e Indústria Luso – Luxemburguesa (CCILL), apresentou as oportunidades de negócio existentes no Luxemburgo, salientando o crescimento de 18% por ano das exportações de Portugal para o Luxemburgo.

 

Por sua vez, Vasco Morais, da Câmara Municipal de Penacova, realçou que o município procura «sempre valorizar as comunidades, porque são eles que facilitam os negócios no estrangeiro».

 

«Temos de pensar nos negócios mais numa lógica de território e não só do concelho», afirmou ainda Vasco Morais, a propósito da união dos territórios contíguos para a promoção das mais-valias da região.

 

Durante o evento, Luísa Pais Lowe fez questão de realçar a importância das comunidades portuguesas para a economia nacional.

 

«As comunidades levam Portugal ao mundo e trazem o mundo a Portugal, são influenciadores», destacou a responsável pelo GAID, para quem o «empreendedorismo com destino ou origem na diáspora é uma área que já não pode ser ignorada».

A iniciativa da Associação Comercial e Industrial da Bairrada e Aguieira (ACIBA), conjuntamente com o jornal digital BOM DIA e a CCILL,terminou com um debate, onde ficou patente a ideia de que «as comunidades são extremamente importantes» na área dos negócios, mas que «é preciso romper barreiras com as comunidades» para que os produtos portugueses cheguem às comunidades locais de cada país.

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