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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Os 320 projectos registados nos últimos três anos pela Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX) estão avaliados em 2.997 mil milhões de dólares.

No cômputo geral, a AIPEX registou de Agosto de 2018 a Outubro de 2020 acordos de cooperação com cerca de 40 países do mundo, dos quais 122 projectos e um valor de investimento de 1,396 mil milhões de dólares são de iniciativa de nacionais.
Segundo informações obtidas pelo Departamento de Promoção e Captação de Investimento, os projectos foram investidos em 10 sectores de actividade, nomeadamente telecomunicações, construção civil, educação, saúde, hotelaria e turismo, pescas, serviços, agricultura, comércio e indústria.


Destes, já foram implementados 74 e os 223 estão em curso, 13 por implementar e 10 cancelados.

Indústria


O sector da indústria lidera o número de propostas e investimentos, com cerca de 141 propostas de projectos avaliados em 1.505 mil milhões de dólares, seguido do sector do comércio com 75 projectos um investimento de 145 milhões de dólares, Origem Mista com 43 projectos e um valor de investimento de 519 milhões de dólares. Portugal surge com 34 projectos, um valor de investimentos de 10.558 milhões, China representada com 19 projectos e um valor de investimento de 185 milhões de dólares e os Emirados Árabes Unidos com cerca de 17 projectos e investimento de 84.267 milhões de dólares.

Os dados foram avançados ao Jornal de Angola pela direcção de Promoção e Captação de Investimento.
Para a direcção do Departamento de Promoção e Captação de Investimento, para o Executivo as investidas realizadas nas várias áreas de actividade é uma mais-valia, sendo que, no âmbito do PRODESI as restrições tomadas pelo Governo são no sentido de diminuir as importações e aumentar as exportações, bem como diversificar a economia aumentando as taxas na importação, favorecendo a exportação.

Quanto à maior aposta na indústria e não no sector do comércio, o aumento das taxas faz com que os investidores não achem atractivo o ramo do comércio e passam a fazer aqueles que têm mais benefícios, sendo que, o objectivo do Governo é abastecer o mercado interno e apostar na exportação.

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