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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A segunda edição do Barómetro sobre o impacto da COVID-19 na economia de Marrocos, da responsabilidade da CGEM – Confédération Générale des Entreprises Marocaines, inclui as mesmas questões colocadas na primeira edição, pretendendo, deste modo, estabelecer comparações entre as projeções e medir a evolução das repercussões da crise na atividade económica das empresas no país.

Constituída por uma amostra de 3 304 empresas, empregando 494 164 trabalhadores, cerca de 88,7 por cento são pequenas empresas e 28,3 por cento empresas que operam no mercado da exportação.

 

Principais conclusões:

  • Atividade económica deteriorou-se em maio, relativamente a março do corrente ano, apesar dos inquiridos, sobretudo os exportadores, estarem relativamente otimistas quanto às previsões para o resto do ano e para 2021;
  • Verificaram-se quebras no volume de negócios em todos os setores de atividade representados, quebra média de 10 pontos respeitante à retenção de emprego, excetuando o setor agrícola. De acordo com a mesma fonte, a estabilidade do setor agrícola deve-se sobretudo às medidas adotadas pelo Comité de Veille Économique (CVE), em particular a compensação do Fundo Nacional de Segurança Social, o qual terá permitido a preservação do emprego;
  • 36,6 por cento dos inquiridos beneficiaram do programa Damane Oxygène destinado à melhoria nas condições de acesso ao financiamento a favor de empresas muito pequenas (VSE), de pequenas e médias empresas (PME) e de empresas de dimensão intermédia (ETI), prorrogado até 31 de dezembro de 2020 e sem necessidade de qualquer garantia. 23,6 por cento dos inquiridos afirmaram ter visto as suas candidaturas rejeitadas;
  • Quanto aos produtos Damane Relance e Damane TPE, da responsabilidade do Central Guarantee Gund (CCG), 35,4 por cento dos inquiridos referiu que preveem recorrer aos mesmos. Trata-se de um sistema baseado na garantia de créditos para financiar as necessidades das empresas;
  • Aumento do atraso nos pagamentos em todos os setores de atividade, para uma média de 52 dias, terá impacto na liquidez e solvência das empresas.

Aceda ao relatório completo.

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