NewDetail

AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Todas as movimentações devem ser definidas de forma consistente, podendo ser complementares, de modo a que independentemente do canal o resultado seja apenas um.

Nos últimos anos muito se tem discutido sobre o crescimento do online e o fim do offline. Um fim anunciado, mas constantemente adiado, uma vez que juntos são claramente mais fortes.

 

É verdade que o ecommerce está a crescer, que existem cada vez mais negócios 100% digitais, que o consumidor tem cada vez menos tempo, que está mais comodista e que o online está à distância de um clique. No entanto, também é verdade que empresas nativas digitais, como a Amazon ou o Alibaba estão a apostar no caminho inverso e a abrir lojas físicas porque existem experiências que apenas o contacto direto pode proporcionar.

 

Neste jogo não existem canais vencedores ou perdedores. Existem equipas flexíveis que se complementam, que contactam com o consumidor em diferentes momentos do seu dia, que respondem a diferentes necessidades e vontades, que proporcionam experiências próprias e que quando integradas têm a vantagem de reforçar a relação com o cliente e potenciar os resultados de um negócio.

 

Posto isto, o que devem então as marcas portuguesas considerar para tirar um maior proveito da integração do online/offline?

  • Mapear toda jornada de compra para definir como os dois canais podem complementar a relação;
  • Definir objetivos gerais e não por canal;
  • Ter uma estratégia e equipa que pense o marketing de forma integrada;
  • Implementar ferramentas digitais em toda a experiência física, gerando insights de comportamento;
  • Através desse conhecimento, personalizar contactos e gratificações imediatas, gerando mais engagementdurante o processo de compra;
  • Utilizar também a informação offline para alavancar os resultados de campanhas digitais, sejam base de dados ou informação de comportamentos;
  • Alinhar a comunicação de produto e ofertas nos dois canais;
  • Promover a geração de tráfego in-store através de dinâmicas do digital;
  • Usar os resultados de campanhas (search principalmente) para comunicação offline.

Nesta estratégia omnicanal, o consumidor deve estar no centro de cada jogada. Todas as movimentações devem ser definidas de forma consistente, podendo ser complementares, de modo a que independentemente do canal o resultado seja apenas um.

Partilhar