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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A AEP – Associação Empresarial de Portugal e um grupo de empresas portuguesas da fileira da Construção, Materiais de Construção e Interiores partem, no final desta semana, para Munique para participarem, pela primeira vez, na feira BAU 2017, que se realiza entre 16 e 21 de janeiro, no Centro de Exposições Messe München, na Alemanha.

A AEP – Associação Empresarial de Portugal e um grupo de empresas portuguesas da fileira da Construção, Materiais de Construção e Interiores partem, no final desta semana, para Munique para participarem, pela primeira vez, na feira BAU 2017, que se realiza entre 16 e 21 de janeiro, no Centro de Exposições Messe München, na Alemanha.

 

Nos últimos anos, o número de empresas portuguesas que exportam produtos para a Alemanha aumentou, refletindo o interesse crescente dos agentes económicos nacionais por este mercado.

 

Já o ano passado, em outubro, a AEP e um grupo de empresas nacionais marcaram presença na IZB – International Suppliers Fair, em Wolfsburg, uma feira dedicada ao setor dos componentes automóveis. Para este ano, a AEP tem previsto, para junho, uma nova participação de empresas à Alemanha, à feira Global Automotive Components & Suppliers, também dedicada ao setor dos componentes automóveis, que se realizará em Estugarda.

 

Na Alemanha, segundo dados da AICEP, em 2014, existia ainda um número reduzido de empresas portuguesas com escritório e representações permanentes no mercado, sendo a maior parte dos investimentos na área comercial. No setor industrial registam­se alguns grandes investimentos portugueses (produção de pavimentos, conceção, construção e exploração de centros comerciais, comercialização de papel e de pasta de papel).

 

Em 2014, a quota da Alemanha no comércio internacional português de bens e serviços foi de 10,8%, enquanto cliente, e de 11,7% como fornecedor. No que toca à balança comercial de bens, o mercado alemão surge em terceiro lugar (a seguir a Espanha e França), como cliente, e ocupa o segundo lugar como fornecedor de Portugal, absorvendo 11,7% do total das exportações e fornecendo 12,3% do total das importações nacionais.

 

No período janeiro­novembro de 2015, as quotas registadas foram, respetivamente, de 12% e 12,9%. No setor dos serviços, o mercado alemão também tem um peso considerável na economia portuguesa, quer como cliente de Portugal, quer como fornecedor, absorvendo, em 2014, mais de 9% do total das exportações, e fornecendo 8% do total das importações portuguesas de serviços.

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