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CABEÇALHO

A indústria das life sciences, considerada um dos principais pilares da economia britânica nos mais recentes anos, perdeu o correspondente a uma década de progresso científico devido à queda radical de investimento em research & development (R&D).

Esta é a conclusão do mais recente relatório do Institute For Public Policy Research (IPPR), que adianta ainda que, desde 2010, o fenómeno já custou cerca de £45 mil milhões à economia britânica.

 

O Think Tank sugere que é necessária ação urgente, caso a indústria das life sciences queira contribuir positivamente para a sustentabilidade da economia britânica no pós-Brexit.

 

A indústria das life sciences representa £30 mil milhões anuais na economia do Reino Unido e é frequentemente caracterizada pelo governo como uma indústria de características únicas, que ajudará a manter a competitividade britânica no cenário global.

 

Porém, o estudo protagonizado pelo IPPR parece contradizer o espírito de confiança do executivo, contrapondo dados que revelam que, apenas no período de 6 anos, o decréscimo de investimento em investigação e desenvolvimento rondou os £15 mil milhões.

 

A agravante é que a tendência global não foi, no mesmo período, coincidente com o fenómeno ocorrido no Reino Unido, já que o investimento em R&D cresceu £24.8 mil milhões, tendo os Estados Unidos da América visto a sua quota de mercado mundial aumentar de 50 por cento para 60 por cento.

 

Se o Reino Unido tivesse mantido o mesmo ritmo de crescimento das principais economias mundiais, teria gerado um valor acrescentado de £29 mil milhões.

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