Segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), no seio do G20 as maiores desacelerações da taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) ocorreram na América do Norte, designadamente nos Estados Unidos, para 0,5% (contra 0,9% no trimestre precedente), no México, para 0,7% (contra 1,1%), e no Canadá, para 0,6% (contra 0,9%).
O crescimento económico também desacelerou, mas mais moderadamente, em várias economias da Ásia Pacífico, particularmente na Coreia do Sul, para 0,4% (contra 0,6% no trimestre anterior), na Índia, para 1,6% (contra 1,8%), e na China, para 1,7%, contra 1,8%.
No último trimestre de 2016, a taxa de crescimento também desacelerou em Itália, para 0,2%, (contra 0,3% no terceiro trimestre), e na África do Sul, para 0,0%, (contra 0,1%), mas manteve-se em 1,2% na Indonésia e em 0,3% no Japão.
No Brasil, o PIB contraiu-se 0,8% no quarto trimestre de 2016, ainda mais do que no período homólogo precedente.
Em sentido contrário, a taxa de crescimento acelerou na Austrália, (para 1,1%, contra um recuo de 0,7% no trimestre anterior), na Alemanha e em França (para 0,4%, contra 0,1% e 0,2%, respetivamente).
A taxa de crescimento acelerou no Reino Unido, para 0,7% no terceiro trimestre, contra 0,6%, e no conjunto da União Europeia, para 0,5%, contra 0,4% no trimestre precedente, e manteve-se em 0,4% na zona euro.
Em ritmo anual, o PIB do G20 manteve-se em 3,1% no quarto trimestre de 2016, com a Índia (7,2%) e a China (6,8%) a registarem as maiores taxas de crescimento e o Brasil a mais baixa (menos 2,5%).
No conjunto de 2016, o PIB do G20 cresceu 3%, contra 3,3% em 2015, referiu ainda a OCDE.