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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Anunciado há cinco dias, o movimento solidário de portugueses em Macau, para ajudar o País a combater a pandemia, já reuniu cerca de 49 mil euros. Angariação de fundos dura até 5 de abril.

O movimento solidário de Macau já conseguiu mais de 440 mil patacas (cerca de 49 mil euros) para compra de material médico destinado a Portugal para combater a covid-19, disse este domingo à Lusa o presidente do BNU.

 

Numa mensagem enviada à Lusa, Carlos Álvares indicou que o montante atual é de 440.327 mil patacas (mais de 49 mil euros).

 

A angariação de fundos estende-se até 5 de abril e foi anunciada na terça-feira por um movimento solidário que junta duas dezenas de entidades e personalidades de Macau.

 

O objetivo é, em cerca de 12 dias, recolher fundos para adquirir equipamento de proteção para os profissionais de saúde em Portugal e material que garanta mais testes para despistar a covid-19.

 

As entidades criaram uma conta no Banco Nacional Ultramarino (BNU) em Macau, com o número 9016556516, sob o nome COVID19 — Portugal Conta Solidariedade.

 

Entre as várias entidades do território promotoras do movimento conta-se a Casa de Portugal, a Santa da Casa da Misericórdia, a Associação dos Médicos de Língua Portuguesa de Macau e a Associação de Imprensa em Língua Portuguesa e Inglesa, entre outras.

 

Na apresentação do movimento, a conselheira das comunidades portuguesas em Macau, Rita Santos, sublinhou à Lusa a importância de se conseguir mobilizar a comunidade, sem esquecer o desafio que representa a aquisição do material na China, bem como a logística de envio para Portugal.

 

O movimento solidário conta com o apoio institucional do Consulado-Geral de Portugal em Macau e Hong Kong, Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) e do Banco Nacional Ultramarino (BNU).

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