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CABEÇALHO

Savoy Hotels & Resorts renasce como Savoy Signature. Nova marca vem acompanhada de planos para mais hotéis na Madeira, mas não só.

Em breve, os cinco hotéis passam a seis. Mas os planos de crescimento da Savoy Hotels & Resorts não ficam por aqui. Numa altura em que se ultimam os detalhes que vão permitir ao Savoy Palace abrir as portas, o grupo muda de nome e passa a Savoy Signature. Não é só: vem aí o Madeira Regency Club, um hotel de luxo para millenials, e um novo projeto boutique no centro do Funchal. Olhar para fora da ilha? “É o próximo passo na nossa estratégia”, admite ao Dinheiro Vivo, Ricardo Farinha, COO do grupo.

 

“A estratégia seguida até agora tem sido de consolidar a nossa posição na Madeira, onde temos raízes e nos sentimos mais a vontade. Tendo ganho massa crítica, que se vai substanciar com a presença no top 10 da hotelaria nacional por número de camas, o próximo passo é abrir uma unidade em Portugal Continental”, avançou o responsável, admitindo que têm “estado a analisar oportunidades em Lisboa e Porto”.

 

O grupo Savoy conta com cinco unidades hoteleiras a operar – Madeira Regency Club (4 estrelas, Funchal), Royal Savoy (5 estrelas, Funchal), Savoy Calheta Beach (4 estrelas, Calheta), Savoy Saccharum (5 estrelas, Calheta), Tui Sensimar Savoy Gardens (4 estrelas, Funchal) -, e que agora passam a responder perante uma nova marca.

 

“Com o nosso crescimento e a duplicação do número de camas, com a abertura do Savoy Palace, aproveitámos para repensar alguns aspectos da empresa. Trata-se de uma reestruturação e adaptação e de nos prepararmos também a nível externo. Assim, Savoy Hotels & Resorts renasce como Savoy Signature”, realça Ricardo Farinha.

 

Porquê Signature? “Porque assinamos conceitos diferentes, com um serviço e identidade e contamos histórias em cada um dos nossos hotéis”, refere.

 

Os maiores clientes do Savoy são britânicos e alemães – como de resto se verifica no turismo de toda a ilha, e para mitigar o efeito da saída do Reino Unido, o grupo já fez mudanças. Recentemente colocou no RU um representante de vendas para contacto direto com o mercado, estando também a apostar numa diversificação dos mercados de procura para atenuar a quebra.

 

“Estamos confiantes em relação ao futuro porque trazemos para o mercado produtos diferenciadores e, apesar, de consideramos que a oferta que estamos a trazer está a crescer mais do que a procura, acreditamos que é importante para a diversificação dos nossos clientes”.

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