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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

“Portugal não pode ficar atrás. O Governo está a acompanhar e antecipa cenários e soluções”, afirmou esta sexta-feira o secretário de Estado da Defesa do Consumidor, João Torres.

O secretário de Estado da Defesa do Consumidor afirmou esta sexta-feira que o futuro do país passa, “inquestionavelmente”, pela digitalização. Para tal, cabe aos agentes públicos criar as condições necessárias para que as empresas se adaptem ainda mais ao digital e aos operadores tecnológicos continuarem a trabalhar “não menosprezando” ofertas para as empresas nacionais de menor dimensão.

 

“A economia digital é uma tremenda oportunidade para Portugal”, afirmou João Torres, que esteve em representação do ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, no lançamento dos últimos dois estudos da Boston Consulting Group (BCG): “O impacto da Google em Portugal” e o “O impacto do digital na economia portuguesa”.

 

O governante lembrou que, há dois anos, apenas 39% tinham presença e existência digital. “Mais de metade estava alheada e à parte de uma realidade de que hoje muitos nunca abdicariam. É um cenário que urge inverter, com um esforço concertado entre o setor público e privado”, referiu João Torres, à margem de uma cerimónia de lançamento destes documentos, na Nova School of Business & Economics (Nova SBE), em Carcavelos.

 

“Reconhecemos, no XXI Governo Constitucional, que muito há a fazer, mas não descuramos as evoluções nos últimos anos no domínio do digital”. Como exemplo de medidas para rever o número anterior, João Torres nomeou a iniciativa ComércioDigital.pt – um programa no qual o Governo investiu 1,2 milhões de euros destinados a digitalizar 50.000 organizações até 2020 e que conta com o apoio da Associação da Economia Digital (ACEPI).

 

O secretário de Estado fez também referência às benesses que a gigante tecnológica do grupo Alphabet cria tanto no tecido empresarial português e nos consumidores, nomeadamente os 9 mil milhões gerados em valor para os utilizadores dos seus produtos/serviços gratuitos. “Os gestores têm hoje uma capacidade de segmentar o mercado, mais conhecimento dos clientes”, concluiu o porta-voz do Executivo português.

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