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A tecnológica liderada por José Neves está disponíveis para auxiliar os pequenos negócios familiares que se depararam com o encerramento das lojas e para os quais a única forma de podem vender as peças é online.

A Farfetch está a apoiar os seus parceiros da indústria da moda e disponibilizou-se para fazer descontos de até 100% na utilização da sua plataforma digital, disse ao Jornal Económico fonte da empresa. A tecnológica liderada por José Neves pretende auxiliar os pequenos negócios familiares que se depararam com o encerramento das lojas e agora só têm conseguem vender as suas peças online. À parte a redução nos custos de utilização do serviço, nalguns casos a Farfetch encarregou-se de fazer a gestão logística, para que essas microempresas possam entregar as encomendas dos clientes a partir das suas casas, em segurança.

 

Entre as medidas de resposta à pandemia – no âmbito do projeto #supportboutiques – está ainda a garantia de que essas marcas estão à “frente e centralizadas” no website da Farfetch, para que tenham maior visibilidade quando as pessoas estão a fazer compras online, de acordo com a informação divulgada publicamente pelo ‘unicórnio’ luso-britânico.

 

“Há 20 anos, abri uma pequena boutique em Londres chamada Bstore. A alegria do negócio era toda a comunidade de clientes que visitavam a loja. Em 2008, a internet já tinha começado a transformar o mundo e eu percebi que os designers e pequenos proprietários de lojas como eu precisavam de uma plataforma para poder alcançar os fãs de moda globalmente”, lembra o CEO, numa mensagem publicada esta sexta-feira.

 

José Neves recorda, assim, a fundação da Farfetch, criada “pelo amor à moda” e com a intenção de apoiar os melhores “criadores” a chegar a todo o mundo.

 

“Quando faz compras na Farfetch, os seus bens chegam de uma das mais de 700 boutiques de um dos 50 países do mundo, ou das lojas dos nossos muitos parceiros, que representam mais de 3000 designers – a maioria pequenos e únicos criadores de moda. A grande maioria delas são pequenas empresas (muitas vezes familiares), muitas das quais neste momento não podem receber clientes nas lojas físicas”, explica o gestor português.

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