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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

As vendas da Super Bock Group recuaram 1,4% em 2018, face ao ano anterior, para 458 milhões de euros, de acordo com o relatório de gestão de 2018 da cervejeira hoje divulgado.

Segundo o documento, o investimento no ano passado foi de 42 milhões de euros, "mais 12 milhões de euros" relativamente a 2017, onde se inclui o "aumento da capacidade no centro de produção de Leça do Balio e Pedras Salgadas", entre outros.

 

"O abrandamento da economia mundial e o clima de incerteza no comércio influenciaram os nossos resultados. Ainda assim, aumentámos o volume de vendas da Super Bock e Pedras na Europa, com particular destaque para o exemplar desempenho de ambas as marcas na Galiza", refere a Comissão Executiva liderada por Rui Lopes Ferreira no relatório de gestão de 2018 da Super Bock Group.

 

"Na China, as circunstâncias conjunturais e a forte pressão concorrencial criaram um ambiente menos positivo para as marcas importadas, pelo que não atingimos tudo o que ambicionávamos. Apesar das condições adversas, Super Bock fez o seu caminho e alicerçou a sua presença. Obviamente, prosseguir este trabalho e transformá-lo em crescimento mantêm-se como objetivo", acrescenta a Comissão Executiva.

 

Em África, "as economias de Moçambique e Angola continuaram desfavoráveis. Mas também neste continente fomos e continuaremos a ser ativos, a gerar laços fortes. De tal modo que em 2018 crescemos nos canais 'on e off-trade' nos vários países africanos onde estamos presentes", adiantou.

 

Na parte do documento que respeita o desempenho económico, a Super Bock refere que a conjuntura "conduziu à redução do valor económico direto gerado para cerca de 424 milhões de euros, o que representa uma redução de 2% face a 2017 proforma".

 

O valor económico "direito distribuído apresentou um aumento de cerca de um milhão de euros", lê-se no documento.

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