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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O panorama da região demarcada do Dão e as perspetivas de futuro do sector vinícola nacional estiverem em discussão em Viseu no mais recente evento do projeto "Os Nossos Campeões".

Abrir cada vez mais as portas à exportação e ao turismo deve ser o caminho do sector vinícola. Mas sem nunca esquecer o que o torna tão distintivo. Foi uma das grandes conclusões do Dão Summit, o mais recente evento de "Os Nossos Campeões".

 

O projeto que junta SIC Notícias, Novo Banco e Expresso para dar a conhecer empresas que estão a liderar em todo o país apresentou um estudo em Viseu (que poderá conhecer melhor na edição impressa do Expresso) com os dados mais recentes sobre a produção vinícola em Portugal. Números que foram o foco de uma conversa que reuniu alguns dos principais produtores da região, com a moderação do diretor do Expresso, Pedro Santos Guerreiro.

 

Trata-se de uma zona do país que se assume "cada vez mais como um destino do vinho", como lembrou o presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques, mas a que ainda "faltam pessoas", na opinião de Carlos Lucas, da Magnum Vinhos.

 

Para Jorge Monteiro, da ViniPortugal, é necessário resolver "o problema de escala", ao passo que José Matias, da Casa da Ínsua, defende que a solução "não é massificar."

 

Opiniões que podem um meio termo difícil de encontrar para perceber qual é o melhor serviço que os produtores podem fazer à região, diz Pedro Figueiredo, da Quinta da Falorca. Seja qual for a escolha, para Vítor Fernandes, do Novo Banco, existem "todas as condições para ter um sector rentável."

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