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A coordenação do trabalho de equipa tende a ser mais complexa nos mercados internacionais do que no mercado interno. Os participantes activos na missão de fazer chegar os produtos às mãos dos consumidores incluem praticamente toda a empresa, desde o pessoal de marketing até ao pessoal de expedição e embalagem.
Outros intervenientes têm papéis activos neste processo (transitários, bancários, consultores especializados de gestão e marketing internacional, etc.) ou podem nele ser envolvidos em maior ou menor grau (aicep Portugal Global, Câmaras de Comércio, Associações Sectoriais).
Normalmente, a exportação directa implica a existência na empresa de uma organização de marketing internacional, ou seja, a criação de uma área/equipa de exportação / marketing com vendedores próprios.
Frequentemente, esta área consiste apenas num gerente de vendas de exportação, responsável pelas vendas directas e eventualmente, um ou dois assistentes. Posteriormente, evolui para uma estrutura mais complexa quando o volume de facturação externa o justifica.
É uma alternativa muito flexível e económica que se adapta a empresas de pequena dimensão, com escassos recursos, pouca experiência em mercados externos e que têm sobretudo objectivos de curto prazo. O sucesso deste tipo de organização, quando o departamento de exportação não é autónomo, depende da cooperação dos vários departamentos (responsáveis pelo marketing-mix) na actividade exportadora.
Quando esta área/equipa tem autonomia, desenvolve a generalidade das operações de exportação e opera a tempo inteiro com pessoas qualificadas, minimizando as possibilidades de conflito entre departamentos, por assentar numa maior auto-suficiência.
A filial de exportação é uma hipótese que tem sido seguida por muitas PME, já em fase de consolidação / expansão de mercados e tem, como grande objectivo, separar as actividades domésticas das de exportação. |