Os investimentos no exterior podem estar sujeitos a riscos resultantes de factores de natureza política como sejam a expropriação, nacionalização e outras medidas de efeito equivalente; guerras, revoluções e motins; dificuldades de transferência ou de conversão e moratória geral e quebra do contrato celebrado entre o investidor e o Governo do país de destino, sem que haja possibilidade de obter, ou executar, decisão judicial ou arbitral.
Estes riscos têm que ser salvaguardados e o Seguro de Investimento Português no Estrangeiro destina-se precisamente a cobrir, com garantia do Estado Português, os prejuízos causados por esses riscos a que os investimentos portugueses estão expostos, derivados da ocorrência de factos de natureza política que se verifiquem no país de destino do investimento (preferencialmente, fora da OCDE).
Saiba como funciona este Seguro e quais as condições de acesso ao mesmo, acedendo à Temática “Seguro de Investimento Português no Estrangeiro” da autoria da COSEC.