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Seminário Economia Criativa, Mercados e Internacionalização

 

 

Tema: Economia criativa, mercados e internacionalização
Sector: Indústrias Culturais e Criativas
Data: 10 julho 2017

Hora: 9h00 - 13h00
Local: Auditório da AICEP, Avenida 5 de outubro nº 101, 1050-051 – Lisboa
Programa:
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No âmbito do acompanhamento das Indústrias Culturais, a AICEP organizou o seminário "Economia Criativa, Mercados e Internacionalização", no dia 10 de julho no Auditório da AICEP em Lisboa.

 

Reconhecendo a importância estratégica das Indústrias Culturais e Criativas para o desenvolvimento nacional, este seminário teve como principal objetivo debater as principais temáticas centrais, a sustentabilidade dos negócios e oportunidades nos mercado externos e as estratégias e práticas de gestão e financiamento de apoio à internacionalização.

 

 

 

Intervenções

 

 

Economia Criativa, os Mercados Culturais
e o Comércio Cultural Internacional na Era “Pós-Global”

Terry Flew

Creative Industries Faculty, Queensland University of Technology, Brisbane, Austrália

A Economia Criativa em Portugal

Carlos Abrunhosa de Brito
Presidente da ADDICT – Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas

O papel das Indústrias Criativas na Internacionalização
da Economia Portuguesa

Jorge Cerveira Pinto

Consultor convidado da Comissão Europeia (Investigação e Inovação; Cultura e Criatividade)

A Dinamização das Indústrias Criativas na Região
de Lisboa – Exemplo do Projeto CRE-HUB: Interreg Europe

Helena Silva Costa

Gestora de Comunicação e Consultora Técnica do Projeto CRE: HUB Interreg Europe – ADIST – Associação para o Desenvolvimento do Instituto Superior Técnico

 

 

 

 

Moderadores 

Paulo Faustino

Presidente da International Media Management Academic Association

João Ramos

Semanário “Expresso”

 

 

 

 

 

Sobre as Indústrias Culturais e Criativas


As Indústrias Culturais e Criativas assumem, hoje em dia, uma importância vital na renovação do tecido empresarial de uma região ou país, com a vantagem de potenciar a criação de emprego jovem e qualificado, na medida em que se trata de um sector que exige recursos humanos com um nível elevado de formação e competências, bem como criatividade e capacidade de inovação.

 

O cluster das indústrias culturais e criativas, considerado um sector prioritário no Portugal 2020 no âmbito das políticas públicas nacionais e regionais, tem ganho uma expressão importante a nível internacional, quer na academia quer na indústria.

 

Muitos dos criadores e empreendedores ligados a esta indústria são criativos e têm ideias notáveis, mas não sabem como as transformar em bens transacionáveis, com valor de mercado nacional e internacional. Ou seja, em muitos casos os criativos não conseguem transformar o valor simbólico dos bens culturais e criativos em bens económicos e comercializáveis à escala nacional e internacional.

 

Hoje em dia a indústria criativa faz regularmente parte da agenda e discurso político, precisamente porque é um sector que, no seu conjunto, contribui para o Produto Interno Bruto (em alguns países ultrapassa os 5%) e ajuda a desenvolver a economia nacional ou regional, tornando esses territórios mais competitivos e regenerados.

 

Este sector contribui para empregar pessoas qualificadas e promover a cultura e imagem externa, quer pela via da oferta doméstica, quer pela via da internacionalização. Importa também referir que muitas vezes a indústria criativa, através da inovação e criatividade, promove outros sectores de atividade económica, incluindo ao nível da internacionalização.

 

 

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