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Porquê o Japão?

 

•   É a 3ª economia do mundo (depois dos EUA e da China), 4ª maior exportadora e importadora a nível mundial, em 2015, ocupando a 8ª posição no ranking do Global Competitiveness Index 2016-17 e o 23.º lugar no ranking global do EIU – Economist Intelligence Unit (entre 82 mercados).

•   É o trend-setter do Extremo Oriente e as suas modas e tendências são seguidas em Xangai, Pequim, Hong-Kong e Seul, constituindo um mercado de referência pelo seu grau de desenvolvimento, a excelência da sua produção e a sofisticação e exigência dos seus 127 milhões de consumidores, detentores de um dos mais elevados poderes de compra do mundo e tradicionalmente recetivos a produtos estrangeiros, designadamente de marcas internacionalmente reconhecidas.

•   É um mercado de imenso potencial pelas suas caraterísticas de inovação e um dos mais competitivos e industrializados, tendo hábitos de consumo próximos dos europeus e americanos e para os quais, embora o produto caro e de marca, mais que aspiracional era considerado um bem essencial, fazendo do Japão um exemplo quase exclusivo de mass-luxury market, o fator preço começa a ser uma variável incontornável.

•   É hoje um mercado para onde é possível exportar produtos e serviços que combinem um mix de estratégia, qualidade, inovação, marketing, design e preço. As caraterísticas da nossa oferta permitem aspirar a que Portugal venha a desempenhar um papel de fornecedor do Japão mais ativo em alguns setores onde temos vantagens comparativas que satisfazem os mais elevados padrões de exigência.

•   No âmbito do relacionamento económico bilateral e não obstante o facto de o Japão, em 2015, ainda ser apenas o nosso 35º cliente de bens, as nossas exportações nesse ano, registaram um aumento de 17,5% face a 2014, ascendendo a cerca de 146,3 milhões de euros. Por outro lado, em 2015, as exportações portuguesas de bens de alto grau de intensidade tecnológica aumentaram 22%, face a 2014. Acresce que, considerando as estatísticas das autoridades japonesas, no período de janeiro a agosto de 2016, entre os principais produtos exportados de Portugal para o Japão, registaram maiores percentagens de crescimento em relação ao período homólogo do ano anterior, as máquinas e aparelhos (sobretudo elétricos - 54% e outros - 36%), as matérias têxteis (em particular artigos sem ser de malha - 15%) e o agroalimentar e bebidas (sobretudo o pescado - 23% e o vinho - 30%).

•   Já existem mais de 900 empresas a exportar para este mercado, sendo expectável que a situação evolua de forma mais auspiciosa em 2017.

•   É também um mercado interessante enquanto emissor de turistas para Portugal, tendo as receitas do turismo crescido, em média, mais de 14%, entre 2011 e 2015.

•   Tem um potencial de negócios por explorar muito interessante, sendo um mercado de desafios e oportunidades aliciante para as nossas empresas. Muitas delas testemunharam que negociar com o Japão determina, não raramente, ganhos de sofisticação no produto e de eficácia no processo produtivo. Exportar para o Japão é, atualmente, um excelente cartão-de-visita que facilita o acesso a outros mercados da região e não só, com padrões de qualidade e inovação similares.

•   É uma alternativa válida à expedição para os mercados comunitários mais saturados, não obstante a forte concorrência dos players internacionais e um mercado interessante para o estabelecimento de parcerias, tendo em vista o desenvolvimento de projetos nos PALOP.

•   É um mercado de aposta para as empresas exportadoras para mercados sofisticados, em particular no que concerne aos produtos e serviços portugueses com maior valor acrescentado, elevado teor tecnológico e bom serviço pós-venda que conseguem vantagens comparativas relevantes, estando as melhores oportunidades para as nossas exportações centradas nos seguintes setores, de acordo com a atitude da procura japonesa: calçado de couro, vestuário feminino em regime de OEM, tecidos para vestuário, têxteis-lar, cerâmica utilitária / table ware, vinho de mesa - preço no retalho até 1.000 ienes, vinho verde, conservas de peixe, derivados de tomate, peixe congelado, azeite a granel e pavimentos cerâmicos. Cabe às nossas empresas tirar partido das oportunidades já identificadas e transformá-las em negócios concretos.

 

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