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Porquê o Reino Unido?

 

   Uma das grandes potências mundiais, 5ª economia mundial e 2ª da União Europeia (Banco Mundial), 4º importador de bens (2.º europeu) e 6.º de serviços (4.º europeu), em 2016, foi também o 2.º maior recetor de fluxos de investimento estrangeiro e o 1.º da União Europeia.

   Principal centro financeiro da Europa (Londres é uma das três maiores praças financeiras do mundo), líder mundial na área da economia digital e detentor de um dos setores de indústrias criativas de maior crescimento, o RU tem uma economia sólida, assente no setor dos serviços (79% do PIB), sendo uma das mais desenvolvidas; ocupa a 8ª posição no ranking do Global Competitiveness Index 2017-2018 e é o 7.º mercado no que concerne à facilidade de negócios (rank no Doing Business Rep. 2018). Em 2016 o RU foi o 2.º maior exportador de serviços e 1.º a nível europeu. As previsões do EIU apontam para um acréscimo das importações estimado em cerca de 2,5%, em 2018.

   Mercado muito competitivo, maduro, sofisticado e exigente, com um ambiente multinacional propício à realização de negócios e grande potencial pela sua matriz fortemente inovadora, um elevado peso do consumo interno no PIB e uma consistente propensão para as compras multicanal (em loja, na internet e no telemóvel) e para importar produtos inovadores e de elevada incorporação tecnológica que aliem o fator preço a qualidade, marketing e design.

   Introdução de uma estratégia política pós-Brexit “Estratégia Industrial Moderna”, a longo prazo, visando reativar e estimular o desenvolvimento tecnológico e científico, prevendo novos investimentos que podem resultar em novas oportunidades, sobretudo no capítulo das Infraestruturas, Habitação e Obras públicas (ex. construção de 14 novas cidades, designadas por “Garden Towns”), a par do reforço na aposta na economia digital.

   Grande mercado de mais de 65 milhões de consumidores, destacando-se uma classe média/alta com um dos mais elevados poderes de compra do mundo. Possui também, uma mão-de-obra altamente qualificada, com apetência por produtos e serviços inovadores e especial aptidão para o desenvolvimento de parcerias profícuas, nomeadamente no âmbito de startup’s e das novas tecnologias.

   O consumo privado do RU, principal motor da economia ainda oferecerá, na generalidade dos cenários prospetivos mais e menos otimistas relacionados com o Brexit e com o futuro acordo comercial a estabelecer com a UE, interessantes oportunidades de negócio para as empresas portuguesas, pelo volume e potencial de crescimento expectável das suas importações e pela complementaridade da respetiva procura com a nossa oferta mais qualificada.

   Ambicioso plano governamental para aumentar a produtividade do RU, a prazo, compreendendo um amplo leque de medidas de apoio a áreas tão diversificadas como sejam os transportes, I&D, habitação, tecnologias emergentes, skills, comunicação digital, etc.

   Um dos nossos maiores clientes de bens e serviços e destino de investimentos no exterior, o RU é um parceiro secular e de futuro, incontornável, tendo-se revelado a balança comercial de bens e serviços tradicionalmente favorável a Portugal, com um crescimento médio das nossas exportações anuais, na ordem dos 9% (período 2012-2016). Nos primeiros 9 meses de 2017, as vendas de bens e serviços para o RU cresceram quase 8%, por comparação com o período homólogo do ano transato. Atualmente são mais de 2 700, as empresas que vendem no RU.

 ▪ Não obstante a forte concorrência dos players internacionais e face às caraterísticas do que de melhor a nossa oferta tem para disponibilizar, quer em setores tradicionais, como sejam o Automóvel, Calçado, Máquinas, Agroalimentares, Vestuário, Têxteis-lar, Mobiliário, Utilidades Domésticas e Cerâmicas, como também em setores de ponta como as TICE, as Energias Renováveis, a Biotecnologia ou a Indústria Aeronáutica, o RU constitui um mercado de referência e elevado potencial que integra o grupo dos que oferecem menor risco de crédito, cabendo às nossas empresas transformar muitas das oportunidades identificadas em negócios concretos.

   Não obstante a instabilidade que a incerteza das negociações do Brexit provoca e do respetivo impacto na economia britânica, o RU será sempre um parceiro estratégico para Portugal, tanto na perspetiva do comércio, como na do investimento.

   O Brexit pode conter a promessa de um posicionamento mais auspicioso no mercado do RU para as empresas portuguesas que tenham o fator inovação inscrito no seu ADN, em áreas e setores/fileiras onde detemos relevantes e reconhecidas vantagens competitivas, pelo que é agora o momento de equacionar cenários alternativos de aposta neste mercado, soluções para contornar os desafios que serão colocados com a saída do RU da UE e de desenvolver as melhores parcerias, sendo prestigiante vender no RU, pois é um excelente cartão-de-visita para qualquer empresa, pela sua especial apetência e aptidão em protagonizar os mais avançados standards tecnológicos e de qualidade, a nível mundial.

 

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